Correr atrás de um sonho

agosto 15th, 2008 por erika

Categorias: Dia-a-Dia

Realizar um sonho nunca é uma tarefa fácil. Afinal, o nome já tá dizendo tudo né? “SONHO”. Algo que a gente quer muito, que a gente imagina tudo na nossa cabecinha, algo que a gente sabe que seria massa na nossa vida e nos deixaria muitíssimo feliz.

Cada um tem sua maneira de acreditar e ter fé. O que move o homem é ter um objetivo em mente, algo a cumprir, uma META, um SONHO. Isso faz os olhos brilharem e a alma rejuvenecer. Ter um sonho e correr atrás, ter uma meta e lutar para conquistá-la.

Não importa a idade! Nunca é tarde demais para ir atrás de um sonho. É verdade que os sonhos mudam; às vezes sonhamos com algo e um tempo depois deixamos pra lá. Mas existem sonhos que nunca morrem no nosso coração, são aqueles desejos mais sinceros que partem de nosso interior e não conseguimos calar! Então, só resta ir atrás e lutar. Com unhas e dentes! Porém, tendo o equilíbrio e força de vontade necessários, para não morrer na beira da praia.

Existe sonho impossível? Na minha opinião, se for algo que já foi feito antes, então é sim possível! Porém não basta acreditar, ter fé e ficar esperando acontecer. A gente tem que ir atrás, com as armas que tiver. Acreditando e tendo paciência, pois o Universo conspira a nosso favor! ACREDITE!

Eu já realizei vários sonhos. Mas tenho outros muito mais antigos e fortes no meu coração, que tenho certeza, irei realizar. O caminho é difícil e exige paciência e perseverança, mas estamos aí. A vida é assim, e isso faz parte. Pra mim, o que dá gosto na vida é isso - saber que você pode fazer milhões de coisas legais, realizar um monte de sonhos e metas, e sentir esse gostinho bom que é quando a gente se sai vitorioso e conquista algo que buscamos de verdade.

Eu estou correndo atrás dos meus sonhos. E você?

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Mãe, de quê eu brinco agora?

julho 19th, 2008 por erika

Categorias: Crônicas

Eu clico no link pra escrever nesse blog, e logo essa tela em branco me leva a pensar “mas sobre o quê??”. Tem tanta coisa na minha mente a todo instante, que você nem imagina. Mas é difícil canalizar isso tudo pra uma saída. Eu quero fazer tudo, tudo ao mesmo tempo. Aí não dá.

Na verdade, isso é porque eu sou indecisa. MUITO indecisa. Pra você ter uma idéia, eu nem gosto de ir pra supermercado acompanhada, gosto de ir sozinha pra ter tempo de “decidir direito” as coisas que compro. Olhar nos rótulos, checar tudo, sabe? Pesar prós e contras. Se for pra comprar shampoo e condicionador então, nem espere. Quanto mais opção tiver, mais eu vou demorar.

Ah, acho que achei o problema: são as opções. Quanto mais opção, sempre pior. Como é que eu vou saber qual é o melhor? Afinal, a gente que sabe o valor do dinheiro se sente na obrigação de fazer a escolha certa na hora de comprar qualquer coisa, né? Dá é desgosto quando a gente compra uma coisa, e depois vê em outro lugar a mesma coisa mais barato, ou uma coisa melhor que aquela com o mesmo preço.

Pra resumir, eu acho que eu sou mesmo muito indecisa. Será que é de família? Minha mãe sempre conta que meu irmão era a criança mais indecisa que ela já viu: na hora de brincar, ele ia atrás dela pra perguntar “Mãe, eu brinco de quê?” … Aí depois que ele abusava daquela brincadeira, ia lá de novo. “E agora? Mas eu já brinquei disso!!!”… coitada, não podia nem ir ao banheiro que ele ia lá bater na porta pra perguntar! Se tivesse só uma opção de brincadeira, não tinha nem com quê se preocupar ne? ehehhee

Mas tem outra coisa nisso tudo: a concorrência de embalagens. Todo produto quer parecer melhor que o outro, e eles investem bastante na embalagem. E a gente nunca tem como saber se o conteúdo é bom mesmo né? Quem é que vai me provar que naquele condicionador tem mesmo microesferas liponutritivas? Inventar um nome pseudo-científico é muito fácil!

Hoje mesmo confesso que não resisti e acabei comprando um negócio novo que vi na seção de coisas pra cabelo. Quem iria resistir? Um creme “repositor de massa” que devolve a vitalidade aos cabelos com muita química? Acreditei em tudinho que tinha na embalagem(azul e muito bonita por sinal, com umas partes prateadas…  da Novex) e acabei colocando na cestinha.  Pode uma coisa dessas? Acho que meu caso já é crônico!!!

É… realmente… nesses tempos modernos parece que o que conta mesmo é uma embalagem bonita, e muita lábia. Sempre vai ter gente “inocente” (pra não dizer besta) como eu pra acreditar em tudo que tá lá escrito. Sei lá né? Vai que um dia eu acerto em cheio! Enquanto isso continuo tentando… Isso me lembra que é ano de eleição e eu vou ter mais essa decisão pra tomar, de quem votar… Se bem que, pensando direitinho, acho que dá pra confiar mais nas embalagens de cremes do que nesses políticos de hoje.

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Eu tenho medo das lâminas branqueadoras

julho 11th, 2008 por erika

Categorias: Crônicas

Você sabe o que são as Lâminas Branqueadoras? NÃO?!?! Calma, não é nenhum tipo de monstro da ficção. Mas bem que poderia né? Quando penso em lâminas branqueadoras, eu lembro daquele filme do Stephen King, “Uma fenda no tempo”, que tem os Langoliers, sabe? Uns bichos esquisitos que aparecem no final, cheios de dentes e que comem tudo lá na tal fenda do tempo.

Também poderia ser uma arma mágica do desenho “Caverna do Dragão”. Branqueava a pessoa até ela sumir.

Ah, mas tem também as Esferas Termoativas. Essas poderiam ser umas bolas enormes de ferro que seriam ativadas por calor. Algum tipo de arma, com certeza.

Eu me surpreendo todos os dias no supermercado com essas coisas. É muita criatividade! Mas as lâminas branqueadoras me chamaram a atenção porque dá até medo né, um creme dental com “lâminas branqueadoras” ? Não teria uma palavra melhor do que “lâminas” não? Minha gengiva teve medo dessa coisa!

Pra vocês verem a criatividade da mídia! Inventam até substância registrada com nomes esquisitos. É uma guerra pra ver quem cria o nome mais estranho!

Por hora, vou ficando mesmo com as Partículas Refrescantes em vez das Lâminas Branqueadoras

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Cover da Duffy - Mercy

julho 10th, 2008 por erika

Categorias: ErikaLabs, Música, Vídeos

Só um pedacinho =P Tenho que treinar um pouco mais hehehehhehehehehhe

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O Flamboyant vermelho se foi para sempre

julho 9th, 2008 por erika

Categorias: Crônicas

/*Uma crônica que escrevi em 2007, pra começar a postar :D */

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Hoje fui andar com meu cachorro, e por acaso, entrei numa rua que não me era estranha. Logo reconheci, e vi que se tratava da rua onde eu tinha morado há cerca de 10 anos atrás.

Muitas das casas da vizinhança preservavam a lembrança que eu tinha do lugar. Mas, exatamente a casa que eu morei, simplesmente, não existe mais.

No lugar dela, um grande gigante de concreto. Grande, e chique.

No momento que vi aquilo, me senti triste. Como se tivessem apagado, eliminado um pedacinho da minha história, colocando outra coisa no lugar. Como se tivessem apagado alguns vestígios da minha existência; será assim, quando morremos? As coisas aos poucos vão sobrescrevendo todos os vestígios de que você um dia existiu?

Ah, aquela casa, onde eu vivi meus 12, 13 anos. Era uma casa grande, um terreno enorme cheio de árvores. Aquele flamboyant vermelho, “no desmantelo da tarde”, lindo, florido, logo na entrada, descendo em suas curvaturas naturais… aquele caminhozinho de pedras, do portão singelo de madeira até o terraço. Aquelas árvores muito altas, não sei o nome delas, mas elas pareciam pinheirinhos, soltavam umas bolinhas que espetavam, secas… que os meninos gostavam de juntar pra brincar de guerra.

Nada disso existe mais.

As mangueiras pesadas de frutos, onde os morcegos vinham à noite pra comer. O grande terreno de areia, onde eu corria com os cachorros dando voltas ao redor da casa, e onde também torci o pé uma vez e não consegui gritar de tão grande que foi a dor. Quando não tinha computador, e eu passava as tardes assistindo “Sessão da Tarde” ou reclamando que não tinha nada pra fazer.

Até a casa vizinha, onde morava naquele tempo o menino que foi meu primeiro namoradinho, estava lá, igualzinha; mas da casa que morei não existia nenhum vestígio.

Apenas um monte de famílias empilhadas umas sobre as outras, pessoas olhando lá de cima de suas varandas em uma posição privilegiada, observando a minha pequenez cá embaixo, com meu cachorrinho. E eu, tentando encontrar, um sinalzinho que fosse da minha passagem por ali. Aquelas pessoas me viam como mais um anônimo que passa na rua, e eu me sentia totalmente injustiçada com isso, EU, que morei anos e anos ali, que dominava aquele lugar inteiro onde hoje elas vivem.

De cima do flamboyant eu via a rua e os meninos jogando bola, bem do alto da minha introspecção própria e quase autista.
Hoje, não tem mais flamboyant nenhum. Só uma portaria.

Ali mesmo, onde o porteiro varria a calçada, uma árvore fez sombra pro meu primeiro beijo - que eu detestei, odiei, “que coisa nojenta” - eu pensei na época.

E ali naqueles minutos de indignação, encontrei, na lateral calçada do prédio, as únicas testemunhas vivas de que, um dia, eu fiz parte daquele lugar: duas árvores, hoje grandes, que na época ainda eram bem jovens, me olhavam de dentro de suas armaduras de longevidade inabalável; elas, que serviram de trave quando eu ensaiava pra ser goleira de futsal na escola, elas estavam ali intactas, mesmo depois de toda aquela destruição que aconteceu para que o monstro de concreto pudesse nascer. Elas continuavam. Não devem ter atrapalhado os planos do monstro, afinal, estavam à margem. Todo o resto precisou desaparecer completamente.

Elas, talvez, me reconheceram. Ninguém mais.

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Novo Site

julho 8th, 2008 por admin

Categorias: Sem Categoria

Resolvi mudar tudo no site, agora eu quero assumir meu lado blogueiro mais abertamente, que tal? :D Estou ajeitando um novo layout pra atualizar isso aqui, e começar a usar pra valer. Em breve, muitas novidades.

Erika

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